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5 razões para emagrecer (antes de engravidar)

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5 razões para emagrecer (antes de engravidar)
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 Quando a mulher decide ter um filho, o obstetra faz uma série de recomendações para a futura grávida. É necessário desde fazer exames de sangue para detectar doenças que podem ser prevenidas por meio de vacinas, como rubéola, até começar a tomar ácido fólico (vitaminas do complexo B, que previnem danos neurológicos no bebê) alguns meses antes e no primeiro trimestre da gestação. O peso, porém, costumava ser assunto para ser discutido depois, já com o bebê a caminho. Não mais. A obesidade da mãe, afinal, pode causar uma série de problemas na criança e incômodos durante a gravidez. Como mostra uma revisão de diversos estudos já feitos sobre o tema, publicada recentemente no jornal científico Nursing for Women’s Health, dos Estados Unidos.

A pesquisa mostra, por exemplo, que os bebês de mulheres que engravidaram obesas correm mais risco de sofrer malformações, assim como de se tornarem obesos na vida adulta também. Além disso, elas teriam mais chances de ter diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclâmpsia e hemorragia no pós-parto.

Confira, a seguir, essas e outras razões para estar de bem com a balança antes de a barriga começar a crescer.

1. Mais tempo para ficar grávida

A obesidade pode dificultar a concepção. se ambos os parceiros forem obesos (ou seja, Imc acima de 30), eles demoram mais tempo para engravidar, comprova uma pesquisa dinamarquesa realizada com 48 mil casais e publicada na revista Human Reproduction, no ano passado. Em geral, eles têm probabilidade três vezes maior do a de um casal com peso adequado de levar mais de um ano para engravidar, o que os médicos chamam de baixa fertilidade. os casais com sobrepeso (Imc entre 26 e 30) também são afetados: têm uma vez e meia mais possiblidade de ter de esperar por mais tempo. A explicação está no impacto da obesidade sobre os hormônios femininos. Em alguns casos, o excesso de peso pode até mesmo ser conseqüência de algum distúrbio hormonal. os problemas mais comuns são a síndrome dos ovários policísticos e o hipotireoidismo (quando a glândula tireóide não produz hormônio suficiente), que podem até interromper a ovulação. Já nos homens, a obesidade também atrapalha a fertilidade. Ela influencia a produção de testosterona, o que pode afetar a vitalidade dos espermatozóides e também o desejo sexual, segundo um recente estudo escocês.

2. Mães gordas, crianças obesas

Gestantes com excesso de peso têm maior probabilidade de dar à luz bebês com peso acima da média. De acordo com uma pesquisa da universidade de Harvard (EuA), essas crianças também correm mais risco de se tornar obesas na primeira infância. A relação entre o ganho de peso gestacional e o sobrepeso da criança pode ser de origem genética ou comportamental, já que as crianças acabam herdando os hábitos alimentares da família. Além disso, a quantidade de peso ganho na gravidez também pode interferir no ambiente uterino, influenciando o crescimento fetal, o que reforça a tese de que certos tipos de doenças na vida adulta são “programadas” durante a gestação. Ainda que as conclusões sejam baseadas na quantidade de quilos ganhos na gravidez, não há como fugir: o “resultado final” (peso da mãe e do bebê) está diretamente relacionado ao peso da mulher ao engravidar.

3. Quanto engordar

Claro que todas as mulheres têm de prestar atenção aos quilos ganhos durante a gravidez, mas quem já estiver com alguns extras antes mesmo de engravidar vai ter de se controlar mais. Não há consenso entre os obstetras sobre quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação; as tabelas seguidas por eles têm indicações variadas. Alguns recomendam entre 9 e 11 quilos, outros de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que o ideal é engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. E não é só a quantidade de quilos ganhos que conta, mas a saúde, a idade e os hábitos alimentares da gestante. seja qual for a tabela que o obstetra vai seguir, todas levam em conta o estado nutricional da grávida e seu IMC ao engravidar. O que significa que, quanto mais alto esse índice, menos ela deve engordar.

4. Estou linda?

Por maior que seja a satisfação em estar grávida, nem todas as mulheres se sentem bonitas nesse período. uma das coisas que mais interferem no visual é o inchaço (ou edema). No rosto, por exemplo, aumenta o tamanho do nariz. Nos pés, dificulta o uso de sapatos e, nas mãos, o de anéis. os edemas aparecem em 75% das gestantes e são mais freqüentes a partir do quinto mês. Não há como evitá-los totalmente, mas estar em forma, com certeza, facilita!

5. Desconforto à vista

O excesso de peso potencializa alguns desconfortos comuns na gravidez, como dificuldade para respirar e andar. Isso porque há um maior esforço cardiovascular para suportar os quilos a mais. o peso do abdômen também causa dores nas costas e nas pernas, aumentando a sensação de cansaço.

 

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